Depois de mais de quatro décadas navegando pelos oceanos do planeta, aprendi que os maiores desafios da nossa geração exigem algo além da consciência: exigem compromisso e ação coletiva.
É com esse espírito que, em maio de 2026, levamos para Florianópolis a primeira edição regional da Casa Vozes do Oceano. Após receber mais de 100 mil pessoas em Belém, durante a COP30, nosso epicentro oceânico chega na capital catarinense celebrando o centenário da Ponte Hercílio Luz, um símbolo de conexão que inspira o que buscamos construir: pontes entre conhecimento, emoção e transformação.
Santa Catarina é a nossa origem. E retornar aqui com um projeto que une arte, ciência e educação ambiental é, também, um chamado à responsabilidade compartilhada. Tendo a própria Ponte Hercílio Luz como parte do cenário, a Casa nasce como um espaço de mobilização. Um ambiente vivo, onde diferentes setores da sociedade se encontram para acelerar soluções em torno da agenda oceânica.

Entre os destaques, está o retorno do Aysso, veleiro que marcou nossas primeiras voltas ao mundo e que agora ressurge com um novo propósito. Uma atração até então inédita e exclusiva para o público da Casa Vozes do Oceano – Florianópolis. Ao lado do veleiro Kat, ele estará aberto à visitação como símbolo de uma jornada que conecta passado, presente e futuro, e que traduz, de forma concreta, o impacto das nossas escolhas nos oceanos.
A Casa Vozes do Oceano é, também, uma plataforma de impacto. Um convite a empresas e instituições que compreendem o valor de investir em iniciativas alinhadas às agendas ESG, com legado mensurável e conexão genuína com a sociedade.
Os primeiros parceiros já embarcaram. Mas ainda existe espaço para vozes empresariais potentes, que navegam alinhadas com as urgências do presente. Pois o futuro dos oceanos será definido pelas decisões que tomarmos agora. E ele será, necessariamente, construído em conjunto.